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CAFETERIA

Atualizado em agosto de 2026

Em resumo

Ninguém devia precisar de coragem pra conhecer gente nova. A mesa é num restaurante, com gente à volta, e você não deve satisfação a ninguém pra ir embora quando quiser.

Antes do jantar

  • O lugar é escolhido pela gente, e é sempre público — restaurante aberto, com movimento.
  • A gente diz onde é na manhã do próprio dia. Não é mistério: é pra ninguém combinar de esperar você na porta.
  • Vá e volte pelos seus meios, e conte pra alguém onde você vai.
  • Se mudar de ideia, é só avisar. Não tem multa, e ninguém pergunta por quê.

Na mesa

  • Pode ir embora a qualquer hora, sem avisar ninguém. Não precisa de desculpa.
  • Cada um paga o seu, então sair não deixa conta pendurada em ninguém.
  • A gente não passa o seu email, nem o seu telefone, nem o seu sobrenome pra quem senta com você.

Depois

  • «Correu tudo bem?» é perguntado pra todo mundo, sempre — não é um ícone escondido que só quem procura acha.
  • O relato é privado. Nunca chega em quem foi relatado, e não muda nada na mesa dele naquela noite.
  • A gente lê tudo. Relato grave tira a pessoa das mesas seguintes, sem devolução.

O que a gente não consegue prometer

A gente não verifica documento de ninguém, e o gênero é declarado pela própria pessoa. Dizer isso é mais honesto do que dar a entender que tem uma checagem que não tem. O que a gente controla é o lugar, o tamanho da mesa e o que acontece depois de um relato.

Emergência

Se você estiver em perigo, ligue 190 antes de falar com a gente. Depois conte — a gente age do nosso lado.