Em resumo
Ninguém devia precisar de coragem pra conhecer gente nova. A mesa é num restaurante, com gente à volta, e você não deve satisfação a ninguém pra ir embora quando quiser.
Antes do jantar
- O lugar é escolhido pela gente, e é sempre público — restaurante aberto, com movimento.
- A gente diz onde é na manhã do próprio dia. Não é mistério: é pra ninguém combinar de esperar você na porta.
- Vá e volte pelos seus meios, e conte pra alguém onde você vai.
- Se mudar de ideia, é só avisar. Não tem multa, e ninguém pergunta por quê.
Na mesa
- Pode ir embora a qualquer hora, sem avisar ninguém. Não precisa de desculpa.
- Cada um paga o seu, então sair não deixa conta pendurada em ninguém.
- A gente não passa o seu email, nem o seu telefone, nem o seu sobrenome pra quem senta com você.
Depois
- «Correu tudo bem?» é perguntado pra todo mundo, sempre — não é um ícone escondido que só quem procura acha.
- O relato é privado. Nunca chega em quem foi relatado, e não muda nada na mesa dele naquela noite.
- A gente lê tudo. Relato grave tira a pessoa das mesas seguintes, sem devolução.
O que a gente não consegue prometer
A gente não verifica documento de ninguém, e o gênero é declarado pela própria pessoa. Dizer isso é mais honesto do que dar a entender que tem uma checagem que não tem. O que a gente controla é o lugar, o tamanho da mesa e o que acontece depois de um relato.
Emergência
Se você estiver em perigo, ligue 190 antes de falar com a gente. Depois conte — a gente age do nosso lado.